O s   o r  c u l o s   q u e   e s t u d a v a m   o s   m i s t  r i o s   d e   C r o n o s   a p r e n d e r a m   m  t o d o s   d e   m e d i t a   o   q u e   l h e s   e n v i a v a m   v i s  e s   c o m   m u i t o   m a i s   r a p i d e z .   A o   i r e m   p a r a   o   f u t u r o ,   e l e s   p o d i a m   v e r   m a i s   c l a r a   e   r a p i d a m e n t e   d o   q u e   o u t r o s   o r  c u l o s .      m e d i d a   q u e   a v a n  a r a m   e m   s e u s   e s t u d o s   e   s e   a f a s t a r a m   c a d a   v e z   m a i s   d o   p r e s e n t e ,   e s s e s   o r  c u l o s   p e r d e r a m   a   c a p a c i d a d e   d e   t r a n s m i t i r   s u a s   v i s  e s .   P o r   f i m ,   d i s t a n c i a r a m - s e   c o m p l e t a m e n t e   d o   p r e s e n t e   e   s u a s   m e n t e s   f o r a m   d e r r o t a d a s   p o r   s u a s   v i s  e s   d o   f u t u r o . 
 
 